Recomeçar

06/01/2012 Bagé-RS

Difícil recomeçar a escrever quase um ano depois do último post. Estava relendo hoje e poxa, que saudade. QUE SAUDADE. Acho que era por isso que eu me dava bem em redação; estava sempre praticando. Não sei quanto a vocês, mas eu fiquei realmente impressionada com meus últimos posts. Quanta criatividade esquecida… :/

Quero agradecer a vocês, que não sei quem são, por continuarem sempre visitando meu blog que mesmo ficando um tempão sem atualização continuaram visitando. Obrigada

Bem, hoje não vou conseguir escrever o que realmente quero, então vou deixar para logo. Seguindo, vou escrever sobre ultimamente. Ultimamente eu tenho feito a mesma coisa opaca de sempre. Acordo, resolvo questões  economicas para a mãe, vou para a padaria, volto pra casa, almoço, durmo uma hora, volto pra padaria e retorno só na hora da novela. Com a excessão das últimas semanas que viraram SÓ FESTA. Quero dizer, junção. Até mesmo eu não aguento mais taaaaaanta junção. Mas nunca é demais. Nunca mesmo. Hoje, depois de muito me questionar, vim para Bagé visitar a Lalia. Talvez eu venha cursar química aqui. Isso se eu passar pra UNIPAMPA, né. Tomara que eu consiga porque eu não aguento mais ficar parada sem livros. Espero ser uma professora tão boa quanto os meus foram. Grandes mestres. Por hoje é só. Virei ‘véia’ de uns tempos pra cá e essa hora as letras já embaraçam, daí já viram né? Beijos, e obrigada!!

Published in: on janeiro 7, 2012 at 1:42 am  Deixe um comentário  

Não sei o que me aconteceu…

De tudo restam dúvidas e das dúvidas a esperança. Quem ainda não sentiu o frio na barriga e os  pés voarem alto do chão não sabe o que é amor. Mas também não sofre por tal. A gente gente fica sonhando, pensando e até mesmo nos pegamos falando em um amor, uma paixão… Um dia um anjo nos aparece, muda toda nossa rota e nos faz sentir real. Um dia, esse ser magnífico te faz gostar, sentir e por fim amar. Um amor doce, gentil e carinhoso, tão estável que parece ser duvidoso, algo incerto que nos deixa o teimoso medo atingir por inteiro. Esse medo nos corrói por dentro e quebra todas as expectativas. Ficamos pensando se esse amor realmente é verdadeiro por parte do outro, se esse amor vai para o futuro ou se não apenas vai nos deixar no chão, nos tirar de um voo alto e nos jogar sem dó e piedade. Mas como saber sem se arriscar? Como gostar sem provar, como amar sem tentar?

Meu coração palpita infinitas perguntas, cheias de ‘vírgulas’ mas nenhum ponto final. Como entregá-lo assim com tantas dúvidas? Definitivamente sentimentos são armas sem segurança. Ou se não escudos de papel.

Se alguém ler, não me pergunte, eu também não sei responder. Apenas deixo esse post como uma dúvida pairando no ar, tentamos pegá-la mas quando menos esperamos, ela aumenta a distância e vai-se pra mais longe; sempre com intuito de seguir.

Published in: on maio 15, 2011 at 6:56 pm  Deixe um comentário  

As vezes o suportável torna-se uma consequência.

”A vida inteira que poderia ter sido e não foi.” Manuel Bandeira

Caos seria o sinônimo mais confortável para meu cotidiano interminável. Essa pressão que me invade sem achar saída está me matando cada vez mais e mais rápido. As certezas que eu tinha, hoje não passa de um sofismo barato.  Se eu pudesse pediria uma vida saudável, com amores, amizades e família. Compreensão, compaixão e respeito. As vezes tudo parece tão normal, porém, a tristeza vem quando o cenário muda, a companhia muda e principalmente os ares suportáveis.

De tudo me restam algumas dúvidas. O que farei da minha vida? O que farei nos fins de semana? O que farei nas minhas férias de inverno?

E por uma extensão, eu preferia poder abandonar tudo e ir para Terra do Nunca.

Published in: on abril 13, 2011 at 8:30 pm  Deixe um comentário  

Do acontecimento ao que eu sinto.

Hoje eu acordei querendo ver o mar… (8)

Eu sempre entre em ‘novo post’ escrevo uma frase e apago; então eu fico minutos e minutos olhando pra essa tela sem conseguir escrever. Acabou de acontecer denovo. E denovo, e denovo.

Todas as vezes que acordo lembro de quando eu abria a porta da sacada e lá estava o mar – São Francisco do Sul-SC – esperando que eu entrasse com o pé direito.
Todas as vezes  que o sol se põe  eu espero estar na Urca-RJ, descendo para a praça com um casaco e na companhia de pessoas maravilhosas, e estar feliz.
Toda vez que  a noite- bem noite- chega eu gostaria de estar passando frio em Manaus -um lugar tipicamente quente- deitada na cama em companhia de uma das pessoas que eu mais amo e falando bobagem, rindo por n motivos e explodindo de alegria.

Toda vez que isso se passa, que isso acontece comigo, eu desejo estar nesses 3 lugares ao mesmo tempo. Com as mesmas pessoas, mesmo calor e o inigualável amor. Três viagens de muita alegria, compaixão e ternura. Três lugares que me deram o prazer de conhecer pessoas umas mais incríveis e outras menos, mas foram pessoas que eu nunca vou esquecer. Há quem diga que não me aguenta mais dizer ‘estou com saudade de tal lugar’. Pois que vá se ferrar essa pessoa.

Close your eyes and try to believe!

Published in: on fevereiro 15, 2011 at 2:09 am  Deixe um comentário  

A tristeza existe para empatar com a alegria.

Eu me sinto tão horrível quando o sentimento de ódio me toma por inteiro que sou capaz de me jogar na frente do primeiro carro que eu ver. A dor que eu sinto agora não tem cura, os ferimentos não cicatrizam e se me vejo no espelho enxergo apenas um borrão preto.
A vida é mesmo para os espertos, os fracos se dão mal e acabam sozinhos. Eu não sei mais o que Deus reservou pra mim, tudo de ruim veio ainda quando eu era criança, o que mais pode acontecer? Quer me levar de uma vez?

Se ontem eu estava sorrindo, hoje estou chorando. Ontem eu estava viva, hoje me sinto morta. Estou vazia, sem reação, sem companhia. Queria poder dormir, sonhar com todos que preciso e não estão comigo, e então não acordar mais; assim ninguém vai sentir o peso da minha presença e eu poderei ficar feliz sonhando. Eu já não aguento mais, é muita responsabilidade em cima das minhas costas, são muitos problemas e eu estou desmoronando. Se a tristeza mata, foi ela quem me matou.

Published in: on fevereiro 7, 2011 at 10:34 pm  Deixe um comentário  

O amor e outras drogas.

Abrir a janela, olhar para o céu e perceber que ele ainda está lá, que o aroma das flores ainda existe e o vento vem para sentirmos a harmonia.  É isso que eu quero. Poder ser despertada pela manha por alguém que quer acordar e me ver lá, do seu lado; sentir o amor que corre ali e a alegria de estarmos juntos. Quando a gente ama, se sente livre, linda e bem. As estrela se movem assim como essa força que me consome.

 

O amor e outras drogas. É um dos melhores filmes de romance que já assisti. É mais uma prova de que o amor tudo pode, supera qualquer desafio, qualquer doença e vontade. É um filme meio pornográfico porque o cara era um ‘pegador’ antes de conhecer ela. Ele descobriu que o amor era o que faltava pra ele. Assim como todo o planeta: o que falta é o amor e então tudo se resolverá!

Published in: on fevereiro 7, 2011 at 12:09 am  Deixe um comentário  

Desenhos que a vida vai fazendo; desbotam alguns, uns ficam iguais.

Sonhos, pesadelos e desejos. Em qual deles realmente posso acreditar?

A vida realmente me guardou muitas surpresas pra esse início de ano, creio que agora é o momento no qual eu tenho que me concentrar e escolher o melhor. Meu mundo era tão pequeno, reservado apenas pra poucas pessoas e em tão pouco tempo ele explodiu e se expandiu. Quem diria que eu conheceria novos lugares, novos amigos e teria uma nova escolha, quem?
A única coisa que me deixa chateada é que algumas pessoas ainda não confiam em mim, assim eu tenho de afirmar que elas não me conhecem. É tão engraçado o modo com que eu recebo as coisas de volta; eu faço certo, confino o que me pedem, amo, adoro e mesmo assim isso não é o suficiente pra tais. Eu me odeio por esse jeito que eu sou, esse jeito que me faz apegar nas pessoas que não devo e talvez nem tivesse permissão. Eu choro, sofro, queimo por dentro e isso não abala ninguém e sempre acabo engolindo sozinha. Sempre tem quem acha que eu sou uma criança por causa da idade, mas sem querer ser esnobe, eu me acho muito mais cabeça que vários adultos que andam por aí fazendo burradas sem pensar. Digo e repito, eu NÃO sou uma criança.

Agora a realidade é outra. Último ano de colégio e uma nova etapa surgindo. Espero que esse ano seja diferente do outro que passou, espero que eu me concentre e pense mais em mim.

Hoje viajei com a minha irmã. Foi ótimo, eu tinha esquecido como era bom tirar um dia alegre e sem preocupações. Comecei o dia rindo da coisa patética que eu fiz. ‘Cacá, compra um suco gelado pra nós.’ ‘Tá bem, qual tu prefere, uva ou pêssego?.’ ‘Tanto faz, pega qualquer um.’ OK, só um alerta, antes que vocês forem pegar um suco no supermercado, não identifique o saber apenas pela imagem da fruta. Eu, por exemplo, assemelho MANGA com PÊSSEGO, aaah, qual é, o desenho é o mesmo, só tiraram o caroço do pesco e deixaram lá. Minha intenção era pegar o de pesco… bem, os desenhos eram parecidos. HAHAHA.

Saudade do meu guri, saudade da minha best, saudade de Manaus.

Published in: on fevereiro 1, 2011 at 11:59 pm  Deixe um comentário  

What goes around… comes around.

Comecei meu post com o nome de uma música que me faz da minha mais nova amiga (bitch do matagal). É tão difícil escrever sobre Manaus sem chorar, soluçar e ter de me explicar pra minha mãe. Poxa mãe, minha prima tá lá, as amizades novas estão lá, meu coração ficou lá. As noites que passei frio, ou as noites que eu ria sem parar e sem explicação alguma; os vídeos em que raramente eu aparecia e quando aparecia era cantando Aviões do Forró; as idas ao shopping com o som no máximo volume; a fofura da Sá me chamando de Cacá, a simpatia simpatizante da Camila, o carinho da Lari, a personalidade da Biazinha que me encantou, a irmandade em que pude encontrar no coração da Gabí, e o amor que eu preciso e só encontro na Alice. Nunca imaginei sentir tanta falta de um lugar como estou sentindo de Manaus. O calor característico de um espaço perto da linha do equador, definitivamente é quente por causa do calor das pessoas, calor do amor, gentileza e compreensão. Foi um lugar onde encontrei amor, carinho, compreensão, amizade e tranquilidade. Eu não queria ter voltado, voltei por questões pessoais familiares. Todavia, ainda espero ter um cantinho para eu voltar, porque eu vou voltar. Tudo que vai, volta. Eu vim mas vou voltar. Vou encontrar todo esse calor denovo. Eu dou a minha palavra, perante todos os meus sonhos, não vou esquecer de ninguém! Não esquecerei os nomes, os abraços e os carinhos. Retribuirei toda forma de amor que aí recebi. Sentirei saudade de todos. Do meu mais novo primo Geovane, da mais nova amiga Gabriela, Sabrina, Camila e Beatrice. Saudade da Lari que adora o frio do meu Sul, e da Millena que não tivemos chance de nos conhecermos mas que senti uma enorme alegria contagiante. Saudade da Alice, que sempre esteve no meu lado. Saudade do famoso Kia Soul e sua energia sem tamanho. E das noites que eu era amassada ou vítima de um ladrão de cobertores. Sinto saudade até dos mosquitos que tanto me previniram e eu não os encontrei. Saudade até mesmo de mandar a Anita por os calçados. E não posso esquecer do café da Dona Santana. Com vocês, amigos de Manaus, deixo meu sorriso e o mais sincero muito obrigada. Deixo meu coração e o amor que sinto por vocês. Isso não é um tchau, é um até logo.
E só pra terminar… Now I’m feelin so fly like a G6.

Câmbio, e desligo.

Published in: on janeiro 12, 2011 at 12:24 am  Deixe um comentário  

Tem gente que machuca os outros, tem gente que não sabe amar.

Todo mundo fala que Malhação é um dos piores programas da Globo. Pois bem, eu não acho. É verdade que é sempre o mesmo tema, porém, esse ano eu acho que tá superando todas. A intenção das novelas é mostrar a realidade mesmo que as vezes a mídia acabe, influenciando na vida de alguns. Hoje eu chorei cara, chorei mas sem querer, foi espontâneo que quando percebi já estava sentindo as lágrimas. Quem nunca passou por isso não sabe a dor imensa que é perder alguém. A dor de um pai/mãe quando perde um filho ou vice-versa é a PIOR coisa que pode acontecer, vocês não têm noção. É imprevisível ou as vezes não. Dá vontade de ir junto pra onde quer que essa pessoa foi.  O elo familiar é muito grande, mesmo que as vezes não seja uma estrutura das melhores e o foda é que muita das vezes o povo só sente esse amor quando perde. Aí já é tarde demais. O que eu posso dizer… só sei que nunca mais fui a mesma. Perdi a coragem, e só uma coisa me move mas não tenho confiança suficiente pra seguir em frente.

Queria pedir POR FAVOR meus coleguinhas imaturos, já que vocês não querem ter aulas, paguem pra mim ao invés de botarem o dinheiro dos pais de vocês fora. Vocês não sabem a raiva que me dá ver as atitudes pior que as de crianças todas as putas manhãs. Não adianta se achar o riquinho, ”homenzinho” (como diz o professor) e o melhor. Vocês serão sempre a mesma merda que fede no nosso país e só faz ele regredir. Sabe, vocês podem até atrapalhar o meu futuro talvez até atrasar, mas nunca me parar. Então, podem sentar no dedinho de vocês e tomarem bem no meio do cu.

Published in: on novembro 19, 2010 at 11:45 pm  Deixe um comentário  

O sol brilha mas não da mesma maneira que ontem,

sempre vai ser assim.

Acho que nunca me expressei direito. Já escrevi sobre essa pessoa mas não me demonstrei como realmente queria.
Sentimentos fortes sempre foram demais pra mim, eu sempre quis ser verdadeira e mostrar o melhor de mim e acabava dando merda. Mas a verdade é que as coisas verdadeiras são demais mas não suportáveis, amáveis e inimagináveis como eu nunca imaginaria uma amizade tão boa, tão… manga.
Pode ser que alguma vez ou outra eu tenha mentido, mas se aconteceu foi por proteção. Se bem me lembro, nos desentendemos três vezes. Duas por coisas ridículas e porque não tínhamos um motivo sério e a terceira foi por uma coisa que deve tá cagando pra mim, pooorém, isso só serviu pra nos unirmos mais do que antes e termos mais certeza que a união faz a força. Não podemos negar que a Taradinha Magalhães fez parte de tudo isso. Ela foi meiga.
Olhando as fotos de alguns anos atrás dá pra perceber o quanto as pessoas mudam, o quanto TU cresceu, o quanto me orgulho de ti. E realmente, não sei expressar a grandiosidade do elo que se criou. O sol não é mais o mesmo, o céu parece estar triste e os matinhos agora estão vazios (hihi), tudo sente falta de ti, eu sinto muuita falta de ti, todos os dias, todos os minutos, em cada abraço que ainda sinto. É mais que um timbre, mais que uma melodia e muito mais que moranguinho com leite condensado, supera até amor. É muito amor. A Cassi te amo um montão e te quer sempre do lado!

Published in: on novembro 17, 2010 at 6:05 pm  Deixe um comentário