De tudo restam dúvidas e das dúvidas a esperança. Quem ainda não sentiu o frio na barriga e os pés voarem alto do chão não sabe o que é amor. Mas também não sofre por tal. A gente gente fica sonhando, pensando e até mesmo nos pegamos falando em um amor, uma paixão… Um dia um anjo nos aparece, muda toda nossa rota e nos faz sentir real. Um dia, esse ser magnífico te faz gostar, sentir e por fim amar. Um amor doce, gentil e carinhoso, tão estável que parece ser duvidoso, algo incerto que nos deixa o teimoso medo atingir por inteiro. Esse medo nos corrói por dentro e quebra todas as expectativas. Ficamos pensando se esse amor realmente é verdadeiro por parte do outro, se esse amor vai para o futuro ou se não apenas vai nos deixar no chão, nos tirar de um voo alto e nos jogar sem dó e piedade. Mas como saber sem se arriscar? Como gostar sem provar, como amar sem tentar?
Meu coração palpita infinitas perguntas, cheias de ‘vírgulas’ mas nenhum ponto final. Como entregá-lo assim com tantas dúvidas? Definitivamente sentimentos são armas sem segurança. Ou se não escudos de papel.
Se alguém ler, não me pergunte, eu também não sei responder. Apenas deixo esse post como uma dúvida pairando no ar, tentamos pegá-la mas quando menos esperamos, ela aumenta a distância e vai-se pra mais longe; sempre com intuito de seguir.