Bom, esse post aqui é meio atrasado, faz tempo que eu queria ter postado mas não tinha tempo.
Eu vou falar aqui, pelo menos um terço das minhas férias com a minha menininha, que aliás,
caíram como uma benção.
Logo depois do aniversário da Nati, começamos a cair na real, e aí, me dei de conta
que tava chegando a hora, a distância, o tempo. Todo mundo já estava chorando. Quem não
choraria? Quem não sentiria falta dela?
A festa acabou, e peguei carona com o coração de mãe. Cheguei em casa, tomei banho, terminei
as últimas roupas da mala, e dormi umas 2 horas. Acordei as 7 e 30, na verdade, meu querido
irmão foi quem me acordou. Levei minha mala para frente e esperei minha outra família.
Saímos de Rosário acho que eram quase 10 horas. Eu tava feliz, muito feliz. Tive a
oportunidade de mais uns dias com a minha best. A viagem foi legal, e só foi ficar cansativa
lá no finzinho por causa da serra. Óh, maldita serra. AUHAUHA
Presenciei a quase morte do Ursulino ou seja lá qual dos outros nomes dele. Hihi. ‘Ursulino,
calma, faltam só 3 horas’. HAHA
Chegamos no forte pouco depois da meia-noite, esperamos a chave e entramos.Arrumamos as
coisas, tomamos banho e dormimos. É realmente incrível como me sinto em casa com eles.
Mais ou menos 6 horas da manhã, olhei por cima,
e enxerguei a Julinha dormindo; quando olhei para o meu lado, nem acreditei quem estava ali.
Nem acreditei que eu estava com ela, seria um sonho? Não, não era. Voltei a dormir.
Acho que era 8 e 30 da manhã quando levantamos, minha primeira imagem foi simplesmente
fodástica! Nossa sacada dava uma vista LINDA do mar, e mais ao fundo, do Paraná.
Nos arrumamos, vestimos roupas de banho, descemos. Era só descer a escada, caminhar
um pouco na areia, e já sentiria os pés molhados. E óbvio, que tive de perder a minha
maldita vergonha de mostrar o corpo. É. Fazia anos que eu não sabia o que era mar, mar limpo.
Magnífica praia, linda praia. Pedras, árvores, e um espaço beem verde. Verde? PUTZ! Oo
Logo depois a tia Simone desceu, e eu e a Lu caminhamos um pouco na água.
Saímos e fomos almoçar, depois fomos caminhar enquanto a tia ia no mercado. Passamos uma
sede desgraçada, ainda bem que tinha a fonte da santinha, que foi o que nos salvou. Gente,
a água era abençoada, e acreditem, eu me purifiquei. Ou não. Pois bem, tivemos uma idéia
para o vídeo da Paulinha e colocamos em prática. Conhecemos dois guris. O Thiago e o Rafael.
O Thiago já não era tão guri, o Rafael tinha nossa idade. Eles eram muito legais, mesmo.
Nossos dias foram perfeitos, jogamos vôlei com os guris e a Débora, jogamos truco,
e conversamos. Eu peguei uma cor, óbvio que vermelho, mas era uma cor. Teve um dia que
capotamos legal logo 9 horas da noite. Visitamos Enseada, e descobrimos que o pessoal de lá
acham ou pensam que vamos sobreviver só de churros e milho, e até caldo de cana. Falando em
cana, tenho que agradecer por me apresentarem coisas que eu nunca tinha comido e bebido.hihi
Nos próximos dias eu já estava TORRADINHA. Era legal. Tá, não tão legal assim. Mas a Lu
e a Julinha cuidavam de mim. *–*
Acho que no outro dia, fomos em Enseada denovo, tive que comprar um chapéu, já que até
a minha cabeça tinha torrado. Bebemos uma smirnoff, quer dizer, eu bebi só 1/3 da garrafa.
Como sempre. Mas isso já nos foi suficiente para sair da rua dizendo: Oiiiiin, oooin.
HAHA morro rindo sempre que lembro. Agente resolveu fazer uma tatuagem com o símbolo
de paz e amor. Nem queiram nos lembrar, mas foi bizarro demais. O maldito cara errou
ela inteirinha, e nós nem nos tocamos, sei lá, efeito do oooooin. Quando chegamos no
forte, meu Deus do céu, eu estava no banheiro quando a Lu me gritou quase morrendo de rir.
Ela pegou o colar dela, e observou o verdadeiro símbolo. HAHAHA Minha irmã relacionou
nossa tatuagem com um volante. Enfim, ela valeu a pena, viramos vaquinhas do mesmo
rebanho. Chegou o dia em que a Ane veio, e eu voltaria com ela. Passamos a tarde juntas,
e chegou denovo, a maldita hora. Subi, me vesti, e esperei. Estavam nos chamando lá
embaixo já, e meu coração definitivamente apertou de uma forma brusca. Vi a Lu na minha
frente. Me abracei nela e desabei chorando. Esse dia chegou tão rápido, não deu para
acreditar. Minha cabeça latejava de dor, e eu quase nem tinha forças. Eu não te dei
tchau, eu te dei um até logo. Até logo MESMO.
Esses dias foram realmente perfeitos. Eu só tenho que te agradecer Lu. Agradecer
por me proporcionar o meu primeiro gole de álcool, que foi pequenos mas foi, nos teus 15,
obrigada por me tirar do estado pela primeira vez, obrigada por me apresentar o caldo,
obrigada por me proporcionar também, o primeiro bronze bem sucedido,
e principalmente obrigada, obrigada por ser essa menina liiinda, obrigada por ser minha
amiga, minha melhor amiga.
Quando cheguei em casa, peguei a Eva, e a primeira música que toquei, foi tchubaruba.
É inevitável, desculpa, mas ela sempre vai ser a minha preferida nas lembranças.
Mallu, Maroon 5 e Scracho.
Depois, eu tava escutando música, e comecei a escutar uma música assim:
Você é a escada da minha subida,
você é o amor da minha vida.
O meu abrir de olhos o amanhecer,
verdade que me leva a viveer.
Essa música me lembra teu aniversário, quando começou a tocar, tu tava beem longe
eu apontei pra ti, e tu tava cantando ela *–*
Essas, marcaram nossos 2 anos.
Eu te esperarei em abril, te encomodarei em julho, e te sequestrarei em dezembro.
Percebi que na minha vida, assim como aquela onda, nada vai te substituir.
Eu te amo muito Lu.